
O Executivo luso pediu um alargamento do prazo, que foi prolongado até finais de Fevereiro.
Tendo o Secretário de Estado das Obras Públicas e das Comunicações, ao tempo da abertura do processo de infracção (em Novembro), afirmado que nove empresas forneceram os computadores, negando assim que tivesse havido contratação directa com a JP Sá Couto, daqui só podemos concluir que as facturas devem andar perdidas...
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